Curso para a formação de Vigilantes Ambientais em Jeceaba
Rio Betim, lamentável
Conhecer para administrar
Por uma Lagoa de Ibirité despoluída !
A morte dos rios não traz desenvolvimento
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Soneto ao Rio Paraopeba
Tão humilde, em sua nascente casta,
Sua água, ao brotar, já proporciona a vida.
Pelas Minas Gerais perfaz sua corrida
Cada vez mais longe: ser nascente não basta.
Essa mesma água vai sofrendo a nefasta
Presença humana: a terra erodida,
A retirada das matas, as águas servidas...
Vai unindo-se de córregos, e consigo os arrasta.
Mesmo em forma de rio, ainda é nossa "fonte"
De riqueza, prazer, conforto em nossas casas.
Mas continua humilde, e há explicação:
A nascente busca o baixo e, ao descer do monte,
O rio Paraopeba - Rio de Águas Rasas,
Vai beijar São Francisco com devoção.
